Arquivo do mês: agosto 2011

beautiful boy

John Lennon deu um tempo na carreira quando nasceu Sean Onno Lennon, seu segundo filho. Resolveu se dedicar apenas ao pequeno. Yoko continuava produzindo e empresariando John, que virou pai full time.

Isso se deve, em parte, à infância difícil que teve: abandonado pelos pais, foi criado por uma tia. Adulto, teve um filho -Julian, em homenagem à mãe Julia- para quem não pode dar todo o amor que gostaria. John e a mãe de Julian, Cynthia, logo se separaram.

Então, ele compensou com Sean. E foi para ele, Sean, que John escreveu “Beautiful boy”,  canção simples e cheia de ternura, quase uma música de ninar, linda! Dessa o Enzo gosta quando eu “canto” (com todas as aspas possíveis).

Aí embaixo está música e vídeo -original, feito por John- que também vale a pena. Onírico, meio ingênuo, meio impressionista, mostra a família Onno Lennon num momento bem singelo.

Enjoy it (abaixo do vídeo, tem a letra, em tradução livre).

Close your eyes / have no fear (Feche os olhos / não tenha medo)

The monster is gone (O monstro se foi)

He’s on the run and your daddy is here  (Ele está fugindo, e seu papai está aqui)

Beatiful, beautiful, beautiful, beatiful boy

Beatiful, beautiful, beautiful, beatiful boy

Before you go to sleep  (Antes de dormir)

Say a little prayer  (Faça uma pequena oração)

Every day in every way  (Todos os dias em todos os sentidos )

It’s getting better and better (Está ficando melhor e melhor)

Beatiful, beautiful, beautiful, beatiful boy

Beatiful, beautiful, beautiful, beatiful boy

Out on the ocean sailing away (Navegando pelo oceano afora)

I can’t hardly wait (Eu mal posso esperar)

To see you come of age (Para ver você mais velho)

But I guess we’ll both just have to be patient (Mas acho que nós dois teremos de ser pacientes)

‘Cause it’s a long way to go (Porque há um longo caminho a percorrer)

A hard row to hoe (Uma longa jornada)

Yes, it’s a long way to go (Sim, é um longo caminho a percorrer)

But in the meantime  (Mas enquanto isso)

Before you cross the street (Antes de atravessar a rua)

Take my hand  (Segure minha mão)

Life is what happens to you (A vida é o que acontece)

while you’re busy making other plans (enquanto você está ocupando fazendo outros planos)

Beatiful, beautiful, beautiful, beatiful boy

Beatiful, beautiful, beautiful, beatiful boy

Before you go to sleep  (Antes de dormir)

Say a little prayer  (Faça uma pequena oração)

Every day in every way  (Todos os dias em todos os sentidos )

It’s getting better and better (Está ficando melhor e melhor)

Beatiful, beautiful, beautiful, beatiful boy

Darling, darling, darling, darling Sean

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o pediatra nem sempre está certo

Desde que eu soube que estava grávida, comecei a pesquisar sobre amamentação. Li um bocado de textos, estudos, reportagens. Preparei os peitos e a cabeça para amamentar, como ensinavam os especialistas. Arquivei um sem-número de links para sites com dicas interessantes ou que ensinassem como dar a volta em certas dificuldades comuns para mães de primeira viagem.

E ainda conversei bastante com minha obstetra e meu médico, optei por uma maternidade com histórico de apoio ao aleitamento exclusivo (que eu sabia que não ofereceria complemento ao bebê nos breves momentos no berçário) e na qual eu poderia manter Enzo comigo no quarto o tempo todo.

De modo que é desnecessário dizer como eu estava convencida de que amamentaria o Enzo exclusivamente até os seis meses e, depois disso, manteria o aleitamento até quando ele quisesse. Até porque, como sou frilancer e trabalho em casa, não tenho que me preocupar com o fim da licença maternidade, coisa que dificulta muito a vida das mães e dos bebês em período de lactação.

Tanto é que Dri e eu nem compramos mamadeiras e afins para o enxoval do Enzo. Nadica de nada, nem um mamadeirazinha que fosse. Nas nossas planilhas de gastos,  nem um centavo previsto para a compra das fórmulas.

Tudo isso para dizer que dá para imaginar o tamanho do golpe quando, na primeira consulta do bebê com o pediatra, uma semana de vida, o médico decretou para mim:

– Você não tem leite!

E ele concluiu isso simplesmente porque eu contei, em busca de apoio para manter o aleitamento, algumas dificuldades que estava enfrentando. Na prática, Enzo dormia pouco e acordava frequentemente para mamar, mesmo depois de ficar geralmente por mais de uma hora no peito. Para mim, sinais claros de que ele não estava se alimentando o suficiente.

Pois o pediatra fez exatamente o oposto do que eu esperava e recomendou que eu começasse a dar o Nan como “complemento”.

E eu, inexperiente, topei a orientação, porque fiquei muito assustada com o prognóstico que o pediatra fez, caso o Enzo não engordasse. E como ele só tinha engordado 30 gramas de supostos 200 que deveria ter ganhado, achei que não tinha opção senão introduzir as fórmulas na alimentação do meu filho.

Mas, pesquisando aqui e ali (santo Google) para Enzo não desmamar, fiquei sabendo de alternativas que sequer foram cogitadas pelo pediatra, como a translactação, que pode ajudar a mãe a produzir mais leite sem deixar o pequeno passando fome enquanto isso (vale a pena clicar aí no link e ler o depoimento da Mari, do Pequeno Guia Prático para Mães Sem Prática).

Descobri sozinha que, dos motivos que impedem ou atrapalham a amamentação, só os físicos são permanentes, o que não é meu caso. Ou seja, o problema poderia ser resolvido. Talvez nem fosse o caso de complementar. Isso se o médico tivesse ao menos tentado investigar as razões da produção insuficiente de leite.

Fato é que apesar de todas as campanhas pró-amamentação, de tudo o que é divulgado pela mídia especializada ou geral, de toda a troca de informações de mãe para mãe e apesar mesmo de tudo o que dizem os médicos e enfermeiros na teoria, na prática há uma “pressa” em resolver a alimentação do bebê pelo caminho mais fácil.

Eu já estive em outros pediatras depois desse -que continua atendendo o Enzo, pois é muito bom em outros aspectos- e nenhum deles topou o desafio de nos ajudar -a mim e ao bebê- no aleitamento, seja para manter seja para aumentar a quantidade de ingestão de leite materno no lugar das fórmulas.

Há sempre o receio latente de que o bebê não engorde, por exemplo. E é muito trabalhoso acompanhar o processo de aleitamento até que as coisas entrem nos eixos. Que pediatra quer esse encargo, de ver mãe e filho constantemente, de acompanhar as mamadas, de orientar a ordenha da mãe para ver quanto leite produz, de testar caminhos e possibilidades?

Mais fácil mandar complementar com Nan e torcer para o bebê manter ao menos em parte o aleitamento (embora os pediatras todos não acreditem muito nisso. Já ouvi muito “ele vai desmamar” por aí).

Quem mais me ajudou, nesse sentido, foi a obstetra, receitando remédios, alimentação, chás. Nem isso os peds fizeram.

Além do mais, nem fomos orientados quanto ao uso das mamadeiras e bicos adequados. Marcas boas têm o “bico zero”, indicado para recém-nascidos e bebês novinhos em fase de lactação. As outras já começam do “bico um”, cujo fluxo é grande para um neném acostumado ao peito. Resultado: ele engasga facilmente e, como efeito colateral, vai ficando “preguiçoso”.

Exatamente o que aconteceu com o Enzo, que, no peito, mama melhor o primeiro leite, aquele mais aguado. Quando chega na parte do leite mais grosso -e que dá mais trabalho para sugar, naturalmente-, ele começa a resmungar e a soltar o peito.

Desserviço completo ao aleitamento, ainda que todo mundo já tenha ao menos ouvido falar sobre a importância de amamentar exclusivamente no peito até os seis meses. E quem mais deveria ajudar as mães nisso, deixa a responsabilidade nas nossas costas e lava as mãos com fórmulas artificiais.

Não foi nem uma nem duas vezes que os pediatras me disseram: “se quiser tentar, tente”. Sozinha? Se era para ser por minha conta e risco, não precisaria estar aqui, cara-pálida!

O relato foi longo, mas é para alertar as mães de prima como eu: nem sempre o pediatra tem razão, nem sempre ele tem a boa vontade necessária para fazer o certo. Cabe a nós, mães, com a informação de que dispomos, seguir procurando a melhor alternativa.

Eu ainda estou em busca de um pediatra mais comprometido com o aleitamento que me ajude a diminuir o uso das fórmulas na alimentação do Enzo. Ajudar, nesse caso, é acompanhar mesmo, para evitar prejuízos para o crescimento do meu filho. Tenho consulta marcada em duas semanas. Depois conto como foi.

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working mom

Mãe está ao telefone. Ela é jornalista, trabalha de casa, está de pijamas e cabelo preso em coque por um… lápis. Enquanto ouve atentamente o sujeito do outro lado da linha -sua fonte para uma matéria especial que tem de entregar no dia seguinte-, percebe uns ruidinhos vindos do quarto.

Em dois (sim, eu disse dois) segundos, os ruidinhos viram uma sucessão de “ilééé ilééé ilééé” em volume crescente. Ok, filho acordou e já no limite da fome, o glutãozinho. O que fazer com bebê, fonte, entrevista?

– Hã, o sr. me dá licença por um segundinho?

– Claro.

Ufa! Corre pro quarto, doida, e pega seu filho!

Bebê no colo, razoavelmente mais calmo, mamãe volta pra sala, pega o telefone e tenta, tenta, continuar a entrevista enquanto desabotoa o soutien para amamentar o pequeno, que começa a resmungar alto de novo.

– Então, o sr. falava sobre…

E a fonte retoma o raciocínio, não sem um tico de constrangimento.

Em pé, a mãe segura o telefone com a orelha e o bebê com uma das mãos, tentado encaixar o peito na boca dele. Com a outra, vai digitando como dá o que o entrevistado fala -e o que ela consegue entender do que ele fala.

– Crescimento de dois dígitos (…) novas indústrias no segmento (…) exposição depois dos itens de maior giro (…) mais vendas no canal (…) consumo das classes emergentes (…)

– O sr. pode repetir esse número, por favor?

E ele repete. E ela não anota de novo.

Guarda na memória, guarda na memória, guarda na memória. E segura o Enzo direito, pelamor!

Bebê está se contorcendo, fazendo caretas, reclamando e mamando nada, desconfortável. Primeiro que a mãe mal consegue segurá-lo. Segundo que ela ainda não botou o peito direito na boca da criança.

– Então, o importante é a exposição dos itens.

Calma, filho! Mamãe já vai terminar aqui. Não, não, não ainda, não. Ainda tenho que perguntar sobre a margem. E o f… é que está interessante pra c… Shhhh! Não pensa palavrão perto do menino!

Ilééé ilééé ilééé em alto e bom som de novo. Mãe torce pro moço entrevistado ser meio surdo e tenta trocar o bebê de peito. Quem sabe do outro lado fica mais fácil? Não fica. E o fio do telefone está pendurado no rosto do pequeno. Deu certo não, volta tudo ao arranjo anterior.

– O sr. citou as margens brutas, eu gostaria de saber…

Tu é corajosa mesmo de lançar uma pergunta dessas nessa situação!

Mãe chacoalha a si mesma tentando chacoalhar o filho.

Calma, filho! Calma, mãe!

Bebê chora de novo. Meio torta, em cima de um pé só, se equilibrando com o outro sobre a cadeira pra melhorar a posição do filho, a mãe acerta o peito e a boca.

– Temos de ponderar isso com…

Anota isso que importaaaante! Digita errado mesmo, desde que não perca o número!

Enzo começa a mamar finalmente. Mãe respira aliviada por mais dois segundos. E a vida segue.

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da prisão que construímos para os filhos

Educar nossos filhos para o mundo é um clichê. Mas é uma imagem útil, pois sintetiza bem um dos desafios mais importantes para os pais. Porque, afinal, não consigo imaginar coisa mais decisiva que ajudar os pequenos a se prepararem para as batalhas que eles vão escolher, diariamente.

Entretanto, estamos falhando miseravelmente. Faz tempo que reflito sobre isso e eis que nessa semana encontro esse texto da Eliane Brum, que não poderia ser mais certeiro. Ela discute justamente sobre como a geração “mais preparada”, que parece ser a desses jovens que agora chegam à idade adulta, na verdade não está preparada para coisa nenhuma.

A responsa desse despreparo é dos pais. Parece que, num mundo em que não se pode falhar, em que o resultado prático é a medida de tudo, em que a felicidade é compulsória e ajuda a definir seu grau de sucesso, os pais dão à prole muito mais do que a prole precisa, tirando dos pequenos o direito de errar, de escolher, de batalhar pelas conquistas.

O mundo ficou mais complexo, é fato. E os pais se preocupam em prover os filhos com ferramentas que lhes serão úteis na vida adulta. Nada errado com isso. Mas acontece que a vida é uma construção, não um fato pronto e acabado. Se a gente não ensinar nossos filhos a construir, de nada vai adiantar eles falarem cinco idiomas, terem experiência em outros países, cursarem as melhores faculdades e ainda terem feito aquele MBA nos EUA.

E construir é lidar com altos e baixos, é frustração, é tentativa e erro, é não ter uma fórmula ou um programa de computador em que baste apertar play que o objeto sai pronto do outro lado. E é escolher, de repente, um modelo de sucesso e felicidade que não passa por ser executivo na empresa x nem por ganhar o primeiro milhão antes dos 30.

Parece que os adultos da nossa geração -e até os que são um pouquinho mais velhos- são os primeiros a lidar com as próprias frustrações como se tivessem sido empecilhos ao seu desenvolvimento. Nos esforçamos para elaborar nossos conflitos resolvendo-os nos pequenos.

Trabalhamos loucamente para evitar que nossos filhos se frustrem, que ouçam um “não”, que sejam questionados pelos seus atos, que passem vontade, que sejam diferentes dos coleguinhas de escola. Mostramos aos filhos que felicidade é dinheiro no banco (pra comprarem o que quiserem) e um vidrinho de ritalina. E que nós é que devemos garantir a eles, sem falha, o acesso a essas dádivas.

Nos antecipamos até mesmo quando a questão é de foro íntimo e envolve os afetos e a sexualidade da prole, como se pudéssemos evitar os corações partidos ou controlar por quem, como e quando a cria vai se apaixonar. E como se isso fosse saudável.

Na ânsia de libertá-los da frustração (e de evitar a nossa frustração também pois, sejamos francos, não somos assim tão altruístas), aprisionamos os filhos numa ilusão (de que a vida não pressupõe conflitos) e num modelo único de existência (em que o importante é ser feliz, ainda que à base de valium; e que felicidade é consumo -a bolsa Prado ou o BMW).

O Enzo tem só 1,5 mês ainda, mas já perco o sono pensando nisso, principalmente porque constato que, em meus delírios de mãe perfeita, muitos desses erros são fantasias constantes.

É claro que, sendo um bebê indefeso e estando numa fase de total dependência, é salutar mesmo que Dri e eu estejamos inteiramente à disposição do pequeno. Mas não sei se, conforme ele for crescendo, esse desejo de provê-lo totalmente antes mesmo que ele perceba a falta do que quer que seja vai diminuir.

Ou se, sábia como os índios, vou entender que proteção é libertadora somente se usada na medida certa. Do contrário, é prisão.

O texto da Eliane, que recomendo vivamente, está aqui ó.

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faltou combinar com o bebê

Lição do dia: antes de decidir alguma coisa que tenha impacto na vida do bebê, melhor combinar com ele.

Eu toda empenhada em “slingar” o pequeno, e ele cortando meu barato. Primeiro, ficou meio blasé, tanto faz quanto fez, tô nem aí mamãe.

Depois, quando viu que iria ficar refém do sling materno por bastante tempo, franziu o cenho, fez cara de brabo, resmungou. Esperou, deu tempo pro lado de cá se manifestar. Nada.

Daí que resolveu então abrir logo o berreiro. Mamãe, claro, se apressou em “deslingar” Enzo e, com cara de “ainda não foi dessa vez”, guardar o sling por mais um tempo.

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Aprendendo a slingar

“Slingar” é bom, já sabemos. Especialmente porque: 1-) aumenta o vínculo mamãe e bebê; 2-) permite ao bebê livre acesso à mamãe e ao peito, o que reduz choros; 3-) o contato também diminui as cólicas e 4-) deixa o pequeno tranquilo e seguro.

A pediatra holística do Enzo sugeriu o uso, mesmo antes de eu perguntar. Repetiu os benefícios listados acima e explicou de que forma, nas comunidades indígenas, o contato ininterrupto com a mãe nos primeiros anos de vida resulta num indivíduo independente e seguro (qualquer dia conto melhor essa história, que vale muito o registro).

O único senão é que eu ainda não consegui fazer o Enzo caber; estou errando na “montagem” ou no jeito como acomodo o bebê. Acabo de passar por mais uma tentativa frustrada.

Dei uma busca no You Tube e achei uns vídeos bem interessantes, que mostram passo a passo como manejar o sling e acomodar o bebê. Como imagino que outras mães têm dificuldade semelhante, compartilho os melhores vídeos com vocês:

http://www.youtube.com/watch?v=rxgg4_aO48Q

http://www.youtube.com/watch?v=ZnGBuZJHPus&feature=fvsr

http://www.youtube.com/watch?v=tu61LHsQDG8&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=swGnahPG4o4&NR=1

Quando eu conseguir, volto para contar o que deu certo.

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Pais contemporâneos

Essa dica é para as mães e pais que costumam refletir sobre sua maternagem (paternagem??). O filósofo suíço Alain de Botton analisa, nesse texto na BBC, a educação contemporânea.

“Qualquer pessoa que não tenha filhos e que já tenha observado de perto pais modernos, liberais e preocupados pode se deparar com uma experiência aterrorizante”, escreve ele.

“O cuidado e a atenção dispensados em detalhes da vida cotidiana da criança é assustador. Decidir o que ela comerá no jantar pode levar horas de uma cuidadosa negociação”

“Todas as questões feitas pela criança são respondidas com uma atenção infinita – quanto tempo se demora para atravessar a Terra, de um extremo ao outro? De onde vem o vento? O que tem dentro de um átomo?”

O suposto exagero no cuidado com a prole é explicado e justificado por ele analisando-se a história. Ao fim e ao cabo, diz, os pais em todas as épocas sempre quiseram garantir a sobrevivência e o sucesso dos filhos.

Só que hoje o mundo é um tantinho mais complexo, e não basta aos pimpolhos respeitar os mais velhos, escrever e contar mediocremente e aprender um ofício, como antigamente.

Elaborar o mundo e seu papel nele, ter autoestima, ser ousado e persuasivo são algumas das características que serão cobradas dos filhos tão logo eles coloquem o pezinho gordinho no berçário.

Daí a importância cada vez maior das experiências psíquicas das crianças -e, consequentemente, tanto maior a importância das relações que os pais estabelecemos com os filhos.

Vale ler o texto na íntegra aqui.

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