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porque eu quis, porque eu gosto, porque me dá prazer

A questão é que, em geral, o tempo que eu tenho para ler e para escrever é um só. Daí isso exige uma opção: ou leio ou escrevo. E ultimamente (como a frequência aqui no blog deixa claro) tenho optado por ler. Não por mera questão de preferência, mas por um detalhe prático. Dá pra ler na cama (coisa que eu adoro); dá pra ler por 10, 15, 2o minutos; dá pra ler um livro mais absorvente ou uma leitura menos sofisticada (se o sono é grande, pego um livro reportagem, uma biografia, por exemplo. Os mais bacanas deixo pra quando a entrega for possível, sabe como?); dá pra ler rapidinho enquanto o filho está sonolento, mas ainda não dormiu.

Dependendo de quanto seja exatamente o tempo livre, ler se adapta a diversas situações e possibilidades. Dá pra gozar uma boa leitura tendo um minutinho ou hora e meia.

Mas o texto, não. Ou sento em frente ao computador com concentração e desprendimento adequados, ou o post não sai. Se, depois de todas as tarefas cumpridas, restarem 20 minutos, nem abro o blog. Quando estou por aqui só é bom se for 100%. Escrever por obrigação, com prazo no pescoço, é o que faço pra ganhar a vida. O blog é outra coisa. É prazer mesmo. É terapia também. 50 minutinhos, no mínimo. É trocar e aprender com tanta gente fina, elegante e sincera que passa por aqui.

Tudo isso pra dizer que sim, tenho lido muito. Não, não tenho blogado quase nada. Muita coisa do dia a dia que adoraria compartilhar vai ficando sem registro. Outras eu boto lá no face. Tem diálogos impagáveis entre o filho e eu. Tem conclusões surpreendentes do pequeno. Tem perguntas do Enzo que eu respondo com outra pergunta, só pra ver o que ele descobre ou inventa por si mesmo. Nas duas situações (tanto descobrir quanto inventar) aprendemos muito, ele e eu. Eu principalmente. Aprendo que as respostas “certas” são só isso mesmo. “Certas” entre aspas.

Já as fabulações… São de tudo um pouco. Imaginação, bricolagem, sentimentos expressos, frustrações, desejos, criações. E tem muito mais potencial. Uma coisa imaginada pode gerar outras coisas, ideias, pode dar vazão a sensações, comunicar, colocar em movimento. Imaginação é fértil literalmente. Cria, gera. As respostas “certas” são estanques, vazias de sentido pra um menino tão pequeno, terminam em si mesmas, não geram coisa alguma. A menos que ele imagine outras perguntas. E crie novas respostas. Mas daí é a imaginação de novo, entende?

Então tenho parado de responder. Ou de sempre querer responder “enciclopedicamente”. Estou aprendendo a não me sentir mal por não saber tudo. E não querer, portanto, que meu filho saiba tudo. Não fui procurar ainda o nome científico da parte branca do olho, por exemplo. Enzo perguntou umas duas vezes, depois de pedir “dá o nome disso”, apontando pra minha íris. Na falta de uma resposta “certa” (disse que não lembrava, mas que iria ver e falaria depois), ele mesmo resolveu-se e achou explicação que fez sentido pra ele (sensacional, aliás). “Acho que a parte branca é a parte que segura e abraça a íris, mamãe”. E não é mesmo?

O meu filho me desescolariza, me faz mais flexível, mais presente no presente. Sempre disse que a infância é lírica demais. Menos racionalização. Mais sentido. Infância é toda poesia. A nossa vida adulta burocratizada é texto técnico. Não sei você, mas eu tenho apostado mais na poesia.

Tenho feito coisas por nada, só pelo prazer de fazê-las. É minha pequena revolução poética. Porque, nesse mundo de resultados, de planilhas, de sucesso-padrão, de trabalho produtivo como centro de uma vida cujo sentido é comprar e acumular cada vez mais, fazer alguma porque sim, porque quero, porque gosto, porque me dá prazer e me enche de vida e que não vai dar lucro pra ninguém, é praticamente uma subversão.

Uma vez eu li (ou ouvi) alguma coisa mais ou menos assim: pra saber do que você gosta, pense no que você faz quando ninguém (nem seu superego) está olhando. Bom, o que eu faço quando ninguém está olhando é isso: leio, ouço música, vejo filme, danço sozinha, canto no chuveiro, canto pro filho, escrevo aqui, escrevo acolá (tenho um blog fechado de contos e ficção, já contei?), bebo uma cerveja jogando conversa fora com o Dri, mando e-mails quilométricos pros amigos, brinco com o Enzo, durmo.

Tenho me metido numas coisas que eu nunca me permiti antes. Aprender a tocar violão, por exemplo. Irmão maestro me emprestou um livro, me deu outro de aniversário, descolou o violão propriamente, deu dicas. No youtube achei zentas vídeo-aulas e cá estou. Engatinhando e me divertindo horrores com minhas duas mãos esquerdas.

Outra: no ano passado, li um livro do Enrique Vila-Matas, “Dublinesca”, que me arrebatou de tal modo que resolvi ir atrás das principais referências literárias (das muitas) em que ele baseia sua história. As mais óbvias são Samuel Beckett (especialmente “Murphy”) e James Joyce (“Ulysses”, por supuesto). “Ulysses” já estava na minha lista havia muito tempo e na minha estante desde 2012, quando o Dri me deu a edição de bolso da Penguin Companhia, com a festejada tradução do Caetano Galindo.

Mas eu estava com um pouco de preguiça de começar sozinha essa empreitada. Eu queria trocar com outros leitores de Vila-Matas, de Beckett, de Joyce. Sempre fui assim, de gostar de pensar junto, de falar e de ouvir. Mas depois da maternidade acho que virei um ser ainda mais sociável, ao mesmo tempo em que curto cada vez mais minha própria companhia. Estar sozinha, assim como estar acompanhada (dependendo do momento) têm sido experiências igualmente ótimas.

Então convidei alguns amigos interessados em literatura e meu irmão, que geralmente topa minhas loucuras.

Pausa: quando penso em ter outro filho –e essa é uma ideia que às vezes baixa por aqui, ainda que sob protestos do marido–, sempre penso nisso por causa do meu irmão, das experiências e da infância compartilhada, das memórias compartilhadas, e também do companheirismo da vida adulta. Amor de irmão é uma coisa diferente de todos os outros afetos. Não sei se quero privar meu filho de provar esse sentimento. Despausa.

Alguns aceitaram e viramos três dispostos a essa jornada literária autoimposta. Era pra lermos “Ulysses”, depois Beckett. Zé, meu irmão, sugeriu outro arranjo: já que estávamos lendo obras mais antigas que inspiraram uma obra contemporânea, que tal começar pela obra original, que inspirou o próprio Joyce em “Ulysses”? Sim, botamos no topo da lista “Odisseia”, de Homero, em verso e na íntegra.

E aí eu me vi, mesmo com tanta coisa que tenho pra ler pro trabalho, pra estudo, pros grupos dos quais participo, pro mestrado, deixando todas essas “leituras necessárias” de lado e priorizando as 574 páginas de uma das obras mais antigas de que se tem notícia no Ocidente.

Por quê? Porque sim, oras. Porque é bom pacas. Porque adorei. Porque ri. Porque me emocionei. Porque é lindo. Porque é tosco às vezes. Porque é cheio de revelações sobre a subjetividade daquele grupo de pessoas que viveu por essas bandas há nove ou dez mil anos. Porque eles são nós. Porque o Homero (ou os homeros, ninguém sabe se esse cara realmente existiu ou se suas obras são criações coletivas sem autoria definida –e a gente achando que está inventando a roda com as colaborações via internet) foi o pioneiro nas “vinganças justificadas”. Porque, por mais inverossímel ou exagerada que nos pareça a saga do Odisseu, ela é bem contada como poucas coisas que li. Porque dá prazer ler. Muito prazer.

E tudo isso é consequência direta do que aprendo como mãe, com meu filho, com seu olhar fresco sobre o mundo e com sua ligação tão íntima com ele mesmo. Redescobri em mim, observando Enzo, um prazer íntimo e intenso com a literatura. Nunca deixei de gostar de ler. Mas perdi um pouco do tesão que eu tinha quando era mais nova.

E o que eu tenho percebido –e refletido publicamente por aqui– é que a gente perde o tesão justamente pelo que jamais poderia perder, por aquilo em nós que nos constitui. Daí buscamos numa coisa ou numa conquista ou numa outra pessoa preencher um vazio supostamente inato, mas que não nasce com a gente e que, na verdade, botamos no peito quando abrimos mão de amar o que nos move.

As crianças só amam o que as coloca em movimento, o que dá prazer. E isso é tão subversivo e, de certa forma, considerado perigoso, que tratamos logo, nós, adultos, de botar a criançada nas escolas, a primeira das muitas coisas brochantes, corta-tesão e alienantes que inventamos para nos distrair do que realmente importa, porque essa distração é pressuposto para toparmos levar essa vida sem sentido que levamos.

Durante muito tempo, na terapia (foram seis anos de análise até eu resolver me dar um descanso), eu busquei um sentido, uma resposta, uma explicação lógica. Pra mim, pra vida. Procurei um sentido na vida de um modo geral. Na minha vida particularmente. E sabe de uma coisa? Com a maternidade descobri que não é preciso buscar sentido. O sentido não nos escapa. Ele nasce conosco, ele meio que é o que nós somos. Conosco e em nós. O tempo todo.

Observando meu filho, comecei a pensar que não há um vazio fundamental na condição humana. Não há busca. Há pessoas, aquilo que as constitui, a vida que levam. E essa vida pode ser mais plena de sentido (não necessariamente de lógica, mas who cares?) e, portanto, menos “vazia”, quanto mais fiel essa pessoa for àquilo que lhe dá tesão, prazer. O sentido sempre esteve e estará aqui. As crianças sabem, nós também sabíamos.

Então, resumindo, se eu não escrevo mais frequentemente no blog, não é por falta de vontade ou por falta de ter o que dizer. É por amor. É por tesão. Amor que não me deixa vir aqui à toa. Amor que me leva a outras paixões, entre elas desenhar uma praia com nuvens com o filho e vê-lo, como eu vi hoje, botar os olhos da nuvem dentro da boca só porque ele achou mais bonito assim. E se pra ele é mais bonito assim –e a beleza é fundamental–, que assim seja, pois mais belo assim será.

Não escrevi esse post gigante (sorry, não consigo evitar, juro que tento) pra me justificar pelas ausências ou pra explicar coisa alguma ou com qualquer finalidade que seja. Escrevi só (só mesmo) porque quis, porque deu vontade, porque me deu um prazer enorme e me fez feliz. Um brinde, então (com cerveja gelada por aqui), às coisas “inúteis” e deliciosas.

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dilema revisitado # 2: a escolinha

No domingo, contei aqui que estou enfrentando meio tardiamente uma versão do velho dilema “carreira x maternidade”, só que com uma roupagem nova, mais leve: trabalho em home office e, agora que Enzo é um minimenininho e não mais um bebê, tem ficado mais difícil conciliar as obrigações de mãe com as de jornalista, já que o pequeno (ainda bem) é super ativo, super inteligente e requer cada vez mais atenção por mais tempo. Daí que concluí que preciso de ajuda de algum tipo, seja uma babá ou seja uma escolinha.

Como Dri estava em férias até hoje, resolvemos visitar as escolinhas aqui perto de casa só para termos uma ideia do que há à nossa disposição. Até agora, fomos em uma só. Uma outra visitaremos na quinta e a terceira, na sexta.

Mas essa primeira experiência me deixou um tanto mais simpática às escolinhas que às babás. Gostei bastante do que vi e do que ouvi. Para começar, as salas têm poucas crianças e, já a partir de 1 ano e 2 meses, os bebês deixam o berçário e vão para o maternal. Qual a diferença? As atividades. No maternal, eles já são estimulados a ler, pesquisar, contar, já definem os temas com os quais querem “trabalhar” naquele semestre, plantam, colhem frutas, fazem aulas de culinária e música, teatro e pintura, escultura…Ou seja, deixam de ficar “estacionados” esperando os pais voltarem. Ao invés disso, têm uma vida estimulante de fato.

A escola se diz construtivista. Muitas dizem isso hoje em dia, mas botei alguma fé nessa, ao menos levando em conta o que a coordenadora nos mostrou/explicou. Como eu estava contando, são os próprios alunos que definem temas a serem abordados, que serão trabalhados transversalmente ao longo do semestre ou do ano, em várias, digamos, “disciplinas”. A duração do tema também depende do interesse do grupo.

Por exemplo: a sala do maternal, que abriga os pequenos com idade entre 1 ano e 2 meses e 2 anos, havia escolhido os peixes como tema para o primeiro semestre. Fizeram pesquisas em livros, procurando figuras do animal, assistiram ao “Procurando Nemo” para identificar os peixes, seus “amigos” e habitat, ouviram e fizeram contação de histórias tendo esses bichinhos como protagonistas, colaram, pintaram e “moldaram” peixinhos, fizeram gelatina azul (cor do fundo do mar) nas aulas de culinária, aprenderam a contar enquanto faziam as comidinhas e assim por diante.

Como aqui em casa é tudo fora da caixa, por favor, valorizo muito propostas pedagógicas um pouco mais progressistas, por assim dizer (embora eu ainda me espante que, tendo em vista as opções mais comuns, Piaget seja progressista…). Também gostei do ambiente: casa espaçosa, com quintal amplo, cheio de verde, onde está instalado o play da garotada. Tem tanque de areia ao ar livre e também espaço coberto com diversos brinquedos para os dias de chuva. Há árvores frutíferas (jaboticaba, jaca, mexerica), horta e, melhor de tudo: as crianças realmente consomem esses alimentos colhidos do pé por eles mesmos, sempre que as árvores “dão” alguma coisa.

Na biblioteca e nas salas de aulas, os livros estão à mão das crianças, que podem pegar quais quiserem, sempre que quiserem. Estão bem cuidados e separados por idade, para que sempre sejam adequados à faixa etária que ocupa a sala. Esqueci de perguntar se os pequenos são estimulados a levar livros de casa para compartilhar com os amigos. Mas já tomei nota e vou tirar essa dúvida. A sala de artes é grande e cheia de materiais que podem ser usados livremente, de acordo com a escolha de cada um. Só não tenho certeza ainda se há um horário definido para isso ou se eles podem ir à sala quando quiserem. Mais uma para checar.

Agora o que mais me deixou feliz mesmo com a escolinha foi o clima.Pode parecer bobagem, mas levo muito em conta como eu me sinto no lugar para avaliá-lo. E nós três (Dri, Enzo e eu) tivemos o mesmo comportamento relaxado na escola, como se estivéssemos em casa. Notamos carinho e cuidado das professoras e berçaristas com os bebês, vimos um monte de crianças aparentemente bem satisfeitas, sentimos uma certa harmonia no ar e, mais importante, percebemos que Enzo esteve muito à vontade o tempo inteiro.

Entrou em várias salas sozinho, mexeu nas coisas, caminhou tranquilamente pela escolinha, escolhendo seu percurso entre o que chamava mais sua atenção, arranjou uma amiguinha no berçário, elegeu um brinquedo por lá, fez amizade com a berçarista, esqueceu de nós dois e ficou por cerca de meia hora só brincando com as novas companheiras, até que tivemos de tirá-lo de lá (era hora de ir embora, afinal).

E aí foi um chororô sem tamanho, com muito ranger de dentes, gritinhos revoltados e lágrimas, um monte de lágrimas. Para mim, foi um ótimo sinal em relação à escola e- mais ainda- uma surpresa e um sinal de que Enzo talvez esteja precisando de atividades mais estimulantes do que ele tem tido aqui em casa (próximo post).

Não estou nada decidida

Parece discurso de uma mãe convencida a deixar seu bebê na escola, né? Mas não é, não. Pelo contrário. Há os contras e eles pesam muito:

1) Quando penso em deixar Enzo 4 ou 6 horas numa escolinha, por mais bacana que seja, não sinto alívio, sinto apreensão. Acho que ele não está pronto, porque penso que um bebê desse tamanho ainda precisa muito de mãe por perto, de coisas familiares, de segurança e proteção que só se encontra no lar.

2) Não gosto nada da ideia de Enzo ter um compromisso, uma obrigação tão pequeno. Se ele pudesse ir à escola quando quisesse, pelo tempo que quisesse seria ótimo. Mas não é assim que funciona.

3) Por mais liberal e bacaninha que seja a escola, há horários, regras, um certo enquadramento desnecessário, especialmente nessa fase. Os horários de almoço e lanche, por exemplo, são bem rígidos, pois é preciso dividir o refeitório de forma a não colocar os muito pequenos para almoçar com os grandões (o colégio tem alunos de até 10 anos). Pior: deve haver horário para aulas de artes, música, literatura, educação física (a confirmar, mas é quase certo). Não gosto disso. Na minha escola ideal, cada um faria atividades lúdicas e artísticas quando quisesse, poderia escolher livremente entre ir tocar um violãozinho ou botar a mão na argila. Não dá para esperar que a criatividade das crianças, ainda mais pequenininhas, aceite o cabresto dos horários mais convenientes para a equipe. Em casa, Enzo é livre como tem de ser e passa o dia inventando novos desafios, exercitando a curiosidade, a criatividade, o raciocínio. Bola brincadeirinhas, nos envolve, cansa delas, troca por outras, vai ali na cozinha pedir uma fruta ou leite, volta a brincar, pega um livro, devolve o livro, enfim, exercita suas múltiplas capacidades sem amarras. Limites podem ser importantes, mas quando têm um objetivo educacional, o que não é o caso dos limites impostos nos colégios (não sou nada fã de “disciplina” por disciplina).

4) Os pediatras que respeito indicam colocar os pequenos nas escolas depois de completarem 2 ou 3 anos. E não apenas por causa das viroses e doencinhas, mas por conta da necessidade de afeto e atenção exclusiva que demanda antes dessa faixa etária.

5) Acho que em casa, sob meu olhar e meu carinho, Enzo estará melhor, ainda que privado de um certo desenvolvimento e de uma sociabilização que a escola promoveria.

Digamos que essa visita à escola (e as próximas, sobre as quais conto depois) me deixaram mais tranquila em relação às possibilidades de desenvolvimento do  Enzo, em relação às opções pedagógicas que teremos, à maturidade e independência do meu minimenininho (que parece pronto para ser um tanto mais livre e para novas amizades), em relação a como ele vai lidar com o futuro colégio. Também me mostraram diversos pontos a refletir em relação à maternidade que estou exercendo. Há muito o que melhorar e vou voltar nesse assunto no próximo post.

Mas ainda não acho que seja hora do pequeno ir pra escola. Por outro lado, também não sei se quero uma babá. Por ora, vou tateando as opções (entrei em contato com agências para assuntar a contratação de uma babá) e agradecendo mega o socorro das mães. Agradeço também quem deu dicas preciosas no facebook (alô, Tamine, Silvia, Claudia!) e o comentário muito inspirador da Ingrid no post anterior.

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porquinho criativo

Descobri o Vitório, o porquinho simpático protagonista do livro “O Sonho de Vitório”, buscando opções de artes para fazer com Enzo. Entrei quase por acaso no site de uma livraria e lá estava uma atividade de lançamento do livro. Não pudemos ir, mas achei a proposta tão bacana que fui atrás de mais informações na editora, baixei o “press kit” (textos e imagens que a editora disponibiliza aos jornalistas) e, no dia seguinte, corri para o livreiro mais próximo em busca do Vitório. Foi amor à primeira vista. Não resisti e trouxe o porquinho criativo comigo, para o Enzo.

Daí que hoje estou lá no Minha Mãe que Disse entrevistando ninguém menos que a ilustradora Veridiana Scarpelli, a criadora do Vitório. Vale a pena dar uma olhada. Vá por aqui.

A entrevista é a segunda da série de bate-papos com escritores infantojuvenis, que começou com o Pedro Bandeira.

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